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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cláudio Oliveira é convidado do Arte Potiguar no Mundo segunda, 19/09


O reconhecido chargista Cláudio de Oliveira, natalense, radicado em São Paulo, será o próximo convidado do projeto Arte Potiguar no Mundo, uma realização da Secretaria Extraordinária de Cultura do RN e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA). A palestra sobre sua trajetória profissional será no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, na próxima segunda-feira, 19 de setembro, às 19h30. A entrada é gratuita.

Cláudio de Oliveira é potiguar, formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, especializado em Artes Gráficas pela Escola Superior de Artes Industriais de Praga, na República Tcheca. Conhecido nacionalmente pelas suas charges, Cláudio de Oliveira começou a publicar em 1976, no jornal Tribuna do Norte, de Natal. Em 1977 passou a colaborar com o Pasquim e em 1982 com a Voz da Unidade. Transferiu-se para São Paulo em 1993, quando se tornou chargista da Folha da Tarde e em 1999 do Agora São Paulo, do Grupo Folha. De 2001 a 2002, manteve a coluna Ribalta na Folha de S. Paulo.

É autor dos livros O que vier eu traço (1988) Já era Collor, em co-autoria (1992) Pittadas de Maluf, premiado com o troféu HQ Mix como melhor livro de charges de 1998 Lula Ano Um (2004) e Pizzaria Brasil (2007). Ganhador do Prêmio Vladimir Herzog, de 1996, na categoria Artes e da medalha Angelo Agostini de 2001 como melhor cartunista de São Paulo.

O projeto Arte Potiguar no mundo, começou em maio deste ano e já passaram pelo palco do TCP nomes como o jornalista e crítico, Geraldo Edson, o editor José Xavier Cortez, o cineasta Moacyr Góis e o arquiteto Carlos Augusto Lira. Todos eles nomes potiguares que, em seu fazer artístico ou cultural têm muito o que contar sobre sua trajetória profissional. O Arte Potiguar no Mundo é uma iniciativa da Secretaria Extraordinária de Cultura e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA) que objetiva mostrar ao público nomes locais que são referência em âmbito nacional e internacional.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Moacyr Góes lota TCP em palestra Arte Potiguar no Mundo


O diretor teatral, encenador e cineasta Moacyr Góes foi o convidado do projeto Arte Potiguar no Mundo - Noite Cinco Estrelas. Com a plateia do Teatro de Cultura Popular Chico Daniel lotada, ele falou para um público diversificado, formado por jovens estudantes de escolas públicas e privadas, intelectuais, pessoas ligadas a teatro e produção cultural do Estado.

Góes é natalense, radicado no Rio de Janeiro e falou durante cerca de duas horas sobre sua trajetória que inclui direção e encenação teatral, direção em TV e cinema. Recordista de filmes comerciais, Góes tem no currículo a direção de 12 filmes em 8 anos. E já dirigiu personagens como Xuxa e Padre Marcelo Rossi. Inquieto e sempre em busca de novas linguagens artísticas, Góes fez revelações sobre sua carreira, como o fato de que como cineasta ele acredita que nunca um diretor consegue fazer um filme do jeito que imaginava originalmente. "Nunca, um diretor consegue finalizar um filme da mesma maneira que pensou que ele seria", disse. 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Arte Potiguar no Mundo traz para o palco do TCP o diretor Moacyr Góes

O diretor teatral que começou a ganhar projeção nacional nos anos 1980 e estreou como cineasta e roteirista em 2003, com o filme Dom, livremente inspirado na obra de Machado de Assim (Dom Casmurro), Moacyr Góes, será o próximo convidado do projeto Arte Potiguar no Mundo - Ciclo de Palestras, promovido pela Secretaria Extraordinária de Cultura do RN e FJA. Em 2007, boa parte do seu longa "O homem que desafiou o diabo", foi gravado no Rio Grande do Norte, inclusive com a utilização de atores e atrizes potiguares no elenco. Na palestra "A Arte de Criar Realidades", que será às 20h, da próxima quarta-feira, 13 de julho, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel (TCP), Góes falará da sua trajetória nas artes cênicas e sobre suas raízes potiguares, já que ele nasceu em Natal, em 1959. O Arte Potiguar no Mundo é um projeto que objetiva mostrar o saber cultural e artístico de nomes potiguares que fizeram e fazem sucesso além fronteiras estaduais. Essa já é a terceira edição, já passaram pelo palco do TCP, o jornalista e crítico de arte, Geraldo Edson (maio) e o livreiro e editor, José Xavier Cortez (junho).

Biografia

Moacyr de Góes Filho (Natal RN 1959). Diretor, funda a Companhia de Encenação Teatral que, nos anos 80, se dedica à pesquisa teórica e ao treinamento corporal. Elabora sua linguagem com inventividade plástica e construção preciosista. Em 1982, forma-se em direção teatral na Universidade do Rio de Janeiro, Uni-Rio. Seus primeiros trabalhos como diretor são duas montagens para o público infantil - Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, e Olho de Gato, de Cora Ronai, ambos em 1985. Os dois espetáculos lhe valem o Troféu Mambembe de direção. No ano seguinte, o espetáculo Nosferatu busca a desconstrução da narrativa e da interpretação, em texto cujos diálogos são escritos por Janice Theodoro da Silva para um roteiro de ações que ela ignora, elaborado pelos idealizadores do projeto, Beti Rabetti e Moacyr Góes. Dentro dessa proposta de experimentação, os atores trabalham também sem conhecer o texto nem as teorias de onde vêm as propostas para a interpretação. Em 1987, Góes encena Woyzeck, de Georg Büchner, utilizando-se de microfones e uniformizando uma coxia onde os atores atuam como um coro neutro.

Em 1988, funda a Companhia de Encenação Teatral, CET, que, funcionando em uma sala inaugurada nos fundos do Teatro Villa-Lobos, permite atividades intensivas de pesquisa e ensaios. O Espaço III é inaugurado com Baal, de Bertolt Brecht, em uma encenação que, com ênfase na utilização plástica dos grupos e na expressão física dos atores, se distribui, com ação simultânea e ininterrupta, por quatro palcos que circundam a platéia. A direção recebe os prêmios Molière e Shell. O diretor passa a integrar o seleto rol de iniciativas patrocinadas pela Shell, que financia seus projetos durante vários anos seguidos. Em 1989, Góes dirige dois espetáculos: A Trágica História do Dr. Fausto, de Christopher Marlowe, e Os Cegos, de Michel de Ghelderode.

Em 1990, a encenação de A Escola de Bufões, também de Michel de Ghelderode, eleva ao ponto máximo o resultado do trabalho corporal da companhia. Em 1991, encena Os Gigantes da Montanha, de Luigi Pirandello, numa cenografia que, mais uma vez, envolve a platéia por todos os lados. A montagem de Antígone, de Sófocles, traz o ator Ítalo Rossi no papel de Creonte e Marieta Severo no papel título. A crítica Barbara Heliodora enaltece na montagem o extremo despojamento e a consciência da proposta transmitida ao elenco, razão do seu equilíbrio e o diretor recebe o Prêmio Shell de melhor direção de 1992. A partir dessa montagem, o diretor começa a buscar a comunicabilidade da cena. Em 1993, realiza três direções. Adapta a peça O Sonho, de August Strindberg, dando ao espetáculo o título de Epifanias.
A companhia se dissolve e o diretor passa a realizar uma carreira autônoma. Reúne Leon Góes e Floriano Peixoto, ex-atores da companhia em O Livro de Jó, espetáculo que inaugura sua gestão à frente do Teatro Glória. O texto de Clara Góes propõe uma disputa entre Deus e o Diabo, decidida por uma aposta que consiste na prova impingida a Jó. Dirige novamente o ator Ítalo Rossi em Comunicação a uma Academia, de Franz Kafka, 1993, considerado pela crítica um espetáculo divertido e comunicativo. Depois de encenar Henrik Ibsen e Christopher Marlowe, em 1994, e Sófocles, em 1995, Góes volta à dramaturgia de Clara Góes em Abelardo e Heloísa, 1995, que conta com a atriz Letícia Spiller como destaque do elenco. Seguem-se O Doente Imaginário, de Molière, 1996, Cartas Portuguesas, de Mariana Alcoforado, e Divinas Palavras, de Ramón Del Valle-Inclán, todos em 1997.

Em 1998, Góes, transfere-se para o Teatro Carlos Gomes como diretor artístico, encenando dois textos de Nelson Rodrigues: Toda Nudez Será Castigada e Os Sete Gatinhos. Segundo o crítico Macksen Luiz, a direção desta última sublinha o aspecto melodramático da peça aproximando as personagens de tipos e substituindo dimensão trágica "por imagens que caricaturam uma estética barata".1 Toda Nudez, apesar de protagonizado por Marília Pêra, tem seu conflito principal esvaziado pela direção, com conseqüente perda de carga dramática. Em 1999, o diretor se dedica à figura de Arthur Bispo do Rosário, falecido artista interno da Colônia Juliano Moreira, na criação de A Via Sacra dos Contrários - Bispo Jesus do Rosário, de Clara Góes. Em 2001 adapta Pinóquio, de Carlo Collodi, para o público adulto, e em 2002 dirige Tônia Carrero em A Visita da Velha Senhora, de Dürrenmatt, em comemoração aos seus 80 anos de vida.
Em 2000, Moacyr Góes, passa a dirigir novelas para a TV Globo e em 2003 inicia a carreira de diretor de cinema com os filmes Dom e Maria, Mãe do Filho de Deus. Moacyr Góes, diretor que inicia sua carreira na linha do teatro de imagens que marca os anos 80, incorpora o trabalho formal à fase posterior, quando, por meio da encenação, imprime uma mesma linha de atuação a elencos que reúnem atores de diversas escolas.

Filmografia selecionada:

Diretor
Leporella (2010)
Bonitinha mas ordinária (2010)
Destino (2009). Curta-metragem.
O homem que desafiou o diabo (2007)
Trair e coçar é só começar (2006)
Irmãos de fé (2004)
Um show de verão (2004)
Xuxa e o tesouro da cidade perdida(2004)
Maria - A mãe do filho de Deus (2003)
Xuxa Abracadabra (2003)
Dom (2003)

Roteirista

Bonitinha mas ordinária
Destino (2009). Curta-metragem.
O homem que desafiou o diabo (2007)
Irmãos de fé (2004)
Maria - A mãe do filho de Deus (2003)
Dom (2003)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Espectador elogia Arte Potiguar no Mundo

Reconhecimento de uma iniciativa como é a do Ciclo de Palestras Arte Potiguar no Mundo, realizado pela Secultrn/FJA, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, que traz mensalmente grandes nomes potiguares, referências no saber artístico e cultural no Brasil e internacionalmente, é algo para se guardar e também divulgar. Abaixo, elogio pelo evento, feito à secretaria Extraordinária de Cultura do RN, Isaura Rosado, de um espectador que já participou dos dois eventos ocorridos em maio e em junho:

"Cara Secretária de Cultura Isaura,
Gostaria de parabenizar a iniciativa da realização do ciclo de palestras "A arte Potiguar no Mundo" no TCP. Meu nome é Thiago Tavares das Neves, formado em rádio e tv, mestre em ciências sociais e estudante de produção cultural do Senac. Fui para as duas palestras que tiveram até agora e achei tudo muito lindo, organizado, e, acima de tudo lúdico. O cenário montado era um capítulo a parte, tirava um pouco da rigidez e formalidade "das palestras tradicionais" mergulhando o palestrante e os ouvintes num universo imaginário, lúdico. Parabéns mais uma vez.
Atenciosamente
Thiago Tavares das Neves"

domingo, 19 de junho de 2011

Arte Potiguar no Mundo traz José Xavier Cortez




Projeto Arte Potiguar no Mundo - Noite Cinco Estrelas
Palestra: Roda de Conversa: a leitura, o livro e o editor, por José Xavier Cortez
Dia: terça-feira, 21 de junho
Hora: 19h
Local: Teatro de Cultura Popular Chico Daniel
Entrada Gratuita

terça-feira, 14 de junho de 2011

Secultrn/FJA terá dois grandes eventos terça-feira que vem, 21 de junho



A Secretaria Extraordinária de Cultura do RN e FJA (Secultrn/FJA) abrigará o saber e referências de dois grandes nomes do Estado na próxima terça-feira, 21 de junho de 2011. Um deles é o presidente da Academia Norte-rio-grandense de Letras, Diógenes da Cunha Lima, e o outro é o editor e livreiro, José Xavier Cortez, dono da Editora Cortez, em São Paulo.

O primeiro, cedeu parte do seu amplo acervo para o projeto Privado é Público, sob o tema Xananas e Baobás - duas declaradas paixões de Diógenes da Cunha Lima, cujo lançamento será às 20h, na Galeria Newton Navarro, que fica na sede da Fundação José Augusto. Já José Xavier Cortez é o segundo convidado do projeto Arte Potiguar no Mundo - Ciclo de Palestras, que ocorrerá às 19h, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, sob o tema "Roda de Conversa - A leitura, o livro e o editor".

Com é sabido, Diógenes da Cunha Lima alimenta uma verdadeira devoção pelas Xananas e Baobás. Para se ter uma ideia, durante anos ele pleiteou que a sua "Flor Matinal" se tornasse símbolo da capital do Rio Grande do Norte. E assim o conseguiu. Atendendo ao seu pedido, o vereador Franklin Capistrano apresentou um projeto de lei, depois aprovado pelos edis municipais e oficializou o desejo do presidente a ANL, tornando a Xanana a flor símbolo de Natal. No caso dos Baobás, o empenho também não é diferente. Ele chegou a comprar o terreno onde tem fixado o famoso Baobá visitado pelo escritor Saint Exupery, da Rua São José, porque havia a possibilidade da árvore centenária ser derrubada.

O projeto Privado é Público, portanto, mostrará parte do acervo dessas duas paixões de Diógenes da Cunha Lima, com uma exposição formada por fotografias, livros, documentos e obras de arte.

Quando convidado para participar do projeto Arte Potiguar no Mundo - Ciclo de Palestras, José Xavier Cortez não só prontamente aceitou como sugeriu também levar sua palestra, "Roda de Conversa - a leitura, o livro e o editor" para outros públicos em outras cidades do Rio Grande do Norte. A itinerância começa uma semana antes do evento em Natal, na cidade de Mossoró, na qual ficará dois dias (14 e 15 de junho). Em seguida, aporta em Açu (dia 16), depois Ipanguaçu (dia 17), São Rafael (dia 18) e no dia 21, fala ao público natalense à noite no TCP. No dia 22 ele também será recebido por alunos, na UERN da Zona Norte.

O objetivo maior do projeto Arte Potiguar no Mundo é trazer importantes nomes do fazer cultural e artístico de origem norte-rio-grandense e que têm relevância nacional e internacional nas suas atividades - para que falem sobre sua trajetória e histórias de vida, de maneira a incentivar, estimular e criar a cultura nos espectadores de que conhecimento e trabalho pode sim gerar reconhecimento e sucesso. De acordo com a secretária Extraordinária de Cultura/FJA, Isaura Rosado, todos os convidados desse projeto já são referências em suas atividades. E nada mais oportuno que divulgar e reconhecer o trabalho desses ilustres nomes. Inclusive, é de interesse da Secultrn/FJA que tanto o público adulto, quanto o público formado por jovens estudantes possam assistir ao que José Xavier Cortez tem para dizer.

Cortez sempre faz questão de levar consigo o poder de transformação nascido da experiência da leitura. Inclusive, mostrando como o gosto por ler o levou a trilhar os caminhos de livreiro e, posteriormente, editor. Tudo começou quando, em 1965 ele partiu para São Paulo onde trabalhou inicialmente como lavador de carros. Considerando-se um "leitor tardio" aos 29 anos ele se matriculou no curso de Economia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e, naquela época tomou a consciência de que poderia recuperar o tempo perdido. Ele morava perto de uma editora e começou a aceitar encomendas dos colegas de classe. Os pedidos se avolumaram tanto que em 1968 ele resolveu abrir a livraria Cortez & Moraes nas dependências da universidade. A sensibilidade e o sonho de tornar o mundo mais harmonioso e com mais educação levou Cortez a montar sua própria editora, que atualmente já conta com mais de 30 anos. De acordo com divulgação, em janeiro de 1980, após desfazer a sociedade, a Cortez Editora iniciou suas atividades num pequeno espaço no bairro de Perdizes, em São Paulo. Já nas primeiras publicações são visíveis a linha crítica dos textos e a atualidade das abordagens que tocavam questões educacionais, sociais, políticas e econômicas do país.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

José Cortez Xavier é o próximo convidado do Arte Potiguar no Mundo



Nascido no sítio Santa Rita, na cidade de Currais Novos, o menino que foi agricultor, prestou serviço militar na Marinha e depois, chegou a lavar carros em São Paulo é atualmente um dos maiores editores de todo o país. O editor e livreiro José Xavier Cortez - diretor-presidente da Cortez Editora - é o próximo convidado do projeto Arte Potiguar no Mundo - Noite Cinco Estrelas, uma iniciativa do Governo do Estado, através da Secretaria Extraordinária de Cultura e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA). Ele fará uma série de palestras intitulada "Roda de Conversa - A Leitura,o livro e o editor". A primeira delas será em  Mossoró na próxima terça-feira, 14 de junho, no Auditório do Sesi Mossoró, a partir das 19h, que fica na Rua Benjamin Constant 65 – Doze Anos. Ele passará dois dias na capital do Oeste Potiguar, depois segue para Açu, Ipanguassu, São Rafael e, no dia 21 de junho, chega em Natal, onde fará a segunda apresentação do Ciclo de Palestras, Arte Potiguar no Mundo, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, às 20h. Entrada gratuita.

O objetivo maior do projeto Arte Potiguar no Mundo é trazer importantes nomes do fazer cultural e artístico de origem norte-rio-grandense e que têm relevância nacional e internacional - para que falem sobre sua trajetória e histórias de vida, de maneira a incentivar, estimular e criar a cultura nos espectadores de que conhecimento e trabalho pode sim gerar reconhecimento e sucesso. De acordo com a secretária Extraordinária de Cultura/FJA, Isaura Rosado, todos os convidados do Arte Potiguar no Mundo jã são referências em suas atividades. E nada mais oportuno que divulgar e reconhecer o trabalho desses ilustres nomes. Inclusive, é de interesse da Secultrn/FJA que tanto o público adulto, quanto o público formado por jovens estudantes possam assistir ao que José Xavier Cortez tem para dizer.

Cortez já é bastante conhecido pela sua paixão por leitura. Paixão essa que o levou a trilhar os caminhos de livreiro e editor de livros. Tudo começou quando, em 1965 ele partiu para São Paulo onde trabalhou inicialmente como lavador de carros. Considerando-se um "leitor tardio" aos 29 anos ele se matriculou no curso de Economia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e, naquela época tomou a consciência de que poderia recuperar o tempo perdido. Ele morava perto de uma editora e começou a aceitar encomendas dos colegas de classe. Os pedidos se avolumaram tanto que em 1968 ele resolveu abrir a livraria Cortez & Moraes nas dependências da universidade.

A sensibilidade e o sonho de tornar o mundo mais harmonioso e com mais educação levou Cortez montar sua própria editora, que atualmente já conta com mais de 30 anos. De acordo com divulgação, em janeiro de 1980, após desfazer a sociedade, a Cortez Editora inicia suas atividades num pequeno espaço no bairro de Perdizes, em São Paulo. Já nas primeiras publicações são visíveis a linha crítica dos textos e a atualidade das abordagens que tocavam questões educacionais, sociais, políticas e econômicas do país.
Daquele ano para cá, a Cortez Editora tem se tornado uma referência na formação e especialização de professores e alunos nas áreas de Ciências Humanas e Sociais. Atualmente, a Cortez Editora possui em seu catálogo aproximadamente 1.000 títulos, escritos por renomados especialistas nacionais, traduções de autores consagrados internacionalmente e também obras de novos intelectuais.

Arte Potiguar no Mundo - Ciclo de Palestras
Convidado do mês de junho - José Xavier Cortez
Palestra "Roda de Conversa - A Leitura, o livro e o editor" 

Cidades e Dias:
Mossoró - Dias 14 e 15

Assu - Dia: 16
 
Ipanguaçu - Dia: 17

São Rafael - Dia 18
 
Natal
Dias: 21

Local: Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, às 20h
 
Dia: 22
Uern da Zona Norte